@eaethai
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
[…] então ela sempre sentiu saudades. Um vazio, uma falta, uma agonia danada. Mas nunca falou pra ninguém, isso era pra si. E ela sorria todos os dias, mas a noite.. Desabava, seu mundo caia, ficava sem chão. E chorava, e piscava, e as lágrimas não paravam de cair.. Seu travesseiro talvez fosse um dos seus melhores amigos, ele a aguentava todas as noites, e de manhã, já estava pronto pra mais uma noite, e assim,seguia todos os dias. Ela sempre teve um medo absurdo do tempo, das coisas que ele podia levar, das coisas que ele podia trazer.. Mas sempre forte. Vivia como uma pessoa de ferro, mas por dentro sempre frágil, sempre uma menina indefesa.
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